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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Buquê de Astromélias grátis



Resultado da experiência: Festa de casamento a jato, foi ótimo. Casamento em um bar, delicioso. Amigos e família presentes, maravilhoso. Meu buquê de Astromélias, Perfeito!!!! Aprendi que o que tem que ser, será!!!


Meu casamento foi muito rápido, eu não estava grávida e mas sim apaixonada. Entre o primeiro beijo e a festa de casamento, foram 3 meses exatos.

Meus pais e meus sogros se conheceram 14 dias antes do casamento, foi uma correria deliciosa e um susto para os meus amigos e familiares.

Eu nuca quis casar, muito menos fazer uma festa de casamento, mas com o Manolo fiquei com vontade, e quando eu fico com vontade...

Minha mãe ficou transparente quando me viu de vestido de noiva na primeira prova. Acho que ela nunca acreditou que um dia eu estaria vestida daquela forma.

Eu e meu marido nunca fomos muito convencionais, acho que isso também nos uniu. Não queríamos casamento tradicional com noivo no altar, fila de padrinhos entrando, igrejas, decoração milimetricamente arrumada... Horas de espera para a noiva aparecer, eu acho desrespeito com os convidados. Festa sábado a noite era muito convencional. Buffet especializado em casamento, não achamos um que não fosse "formatado".

A ideia era reunir a família e os amigos em um evento alegre, divertido e se possível colorido!

Decidimos fazer em um barzinho ao meio dia de domingo. Local colorido, alto astral e exclusivo para nós.

Os convites foram feitos com caricatura dos dois e os banners e fotos da decoração do evento também. Além disso levamos um caricaturista para brindar os convidados.

Casamento domingo pela manhã em um bar era a nossa "cara". Nós não bebemos, mas o astral do lugar nos chamou a atenção.

É tão gostoso quando seus filhos participam do seu casamento. Eu adorei!

Decoração pronta, vestidos encomendados, música escolhida era só esperar o momento.

Eu escolhi Astromélias para o buquê, são flores leves, divertidas e coloridíssimas. Minha mãe resolveu me fazer uma surpresa e no dia anterior ao casamento me levou um enorme buquê de Craspédias. Fiquei feliz com a lembrança, mas eu queria Astromélias coloridas!

Não queria deixar minha mãe magoada, então aceitei o presente. Ela me disse que eu deveria colocar na geladeira para que durasse até a manhã seguinte. Fiz o que ela mandou e cancelei as Astromélias.

Seis horas da manhã, pronta para ir aos preparativos da noiva, abri a geladeira e as Craspédias estavam pretas, queimadas por causa do frio. Fiquei feliz por alguns segundos e depois apavorada pois eu não teria um buquê.

O salão marcado para as sete horas, maquiagem, vestido, massagem, cabelo, muita coisa para fazer e meio-dia eu teria que estar pronta. Qual é a floricultura que estava aberta em um domingo antes das 7h da matina? Mercado Municipal!!!!

Meu marido (noivo, na época) me levou ao Mercado Municipal para tentar comprar um buquê. Chegando na porta no mercado percebemos que minha bolsa tinha ficado em casa e ele estava sem a carteira. Sempre deixo um pouco de dinheiro no carro para uma emergência, como um pneu furado, estacionamento ou algum serviço que não aceitasse cartão de débito. Consegui juntar R$15,00.

O dinheiro era pouco, mas não daria tempo de voltar para casa e buscar as carteiras. Nem que fosse somente uma flor, eu precisaria comprar.

As portas do mercado estavam abertas, mas a maioria das lojas ainda não. Procurei duas floriculturas e estavam fechadas. Conversei com o segurança. - Vou me casar daqui a pouco e não tenho buquê!!!! Ele correu literalmente pelo mercado, falou com um monte de gente e voltou com um homem ao lado. Era o dono da floricultura que estava tomando um café.

Ele me levou até a loja, abriu a porta de ferro rapidamente e perguntou qual flor eu queria, nesse momento as Astromélias apareceram, lindas, coloridas e esvoaçantes!!!! Eram elas!!!!

Meu buquê estava lá, me esperando, ops, meu meu dinheiro não!!! Falei que eu queria aquelas flores, mas que só poderia pagar R$15,00 e levar o restante depois. O homem me olhou e começou a fazer o meu buquê tão sonhado. Na hora em que fui pagar, ele recusou. Me presenteou com as flores!!!

Fui ao salão, me arrumei, me preparei e quando eu estava pronta meu irmão foi me buscar. Eu estava vestida de noiva com as Astromélias nas mãos.

Quando cheguei ao local do casamento (11:50h), meu marido já estava em frente ao altar, os noivos na festa (estranharam um pouco não terem entrado em pares), minha filha mais nova como dama de honra e meu pai me aguardando para entrar.

Minha música de entrada foi Valsa para uma menininha (Vinicius de Moraes), após o "sim" meu sonoplasta preferido tocou Aleluia de surpresa e terminamos o beijo com You´re the First, The Last, My Everything (Barry White)





O buquê foi lançado e quem pegou pode ter certeza de que ele trouxe muita sorte!






Resultado da experiência: Festa de casamento a jato, foi ótimo. Casamento em um bar, delicioso. Amigos e família presentes, maravilhoso. Meu buquê de Astromélias, Perfeito!!!! Aprendi que o que tem que ser, será!!!


Flores grátis




Você é daquelas pessoas que admiram uma boa decoração em um evento? Eu também!

As flores e os arranjos estão cada vez mais lindos. Sou uma apaixonada por flores, Hortências,  Tulipas e Astromélias são minhas favoritas.

Descobri que as Hortências possuem as cores diferentes devido a quantidade de ferro na terra. Caso você tenha Hortências em casa e queira uma florada com mais cor ou de cor diferente, é só colocar um prego na terra perto de sua raiz.

As Tulipas, além de lindas, com elas, lembro-me de ótimos momentos passados na Ásia.




As Astromélias, são divertidas, coloridas e leves.




Não gosto muito de Violetas e Rosas. Para mim, as Violetas viraram as flores de funcionários públicos. Nada contra funcionário público, mas muitas vezes nos deparamos com os tais vasinhos de Violetas quando somos atendidos em alguma repartição. Gosto é gosto.

A casa com flores ganha vida, ganha alegria e um colorido especial. Sei, na maioria das vezes custa caro, certo? Errado.

Eu tinha um fornecedor natural de Copos-de-leite. Em frente a minha casa, em um terreno baldio, havia uma touceira desta flor. Eu passava todos os dias e ficava olhando minhas flores crescendo, quando estavam já querendo secar, eu as retirava e as colocava em um lindo vaso. Para mim, não era uma maneira de economizar em flores, mas sim de cuidar de seu crescimento e desenvolvimento, sem interferir no meio que ela nascia.

Semana passada levei um susto. Alguém resolveu jogar entulhos em minhas plantas e as enterrou por inteiro. Não posso reclamar por não saber quem foi, mas fiquei triste ao não conseguir mais ver o desenvolvimento de minhas "braquelas"..

Aprendi que mesmo que amemos um arranjo de um casamento, por exemplo, não devemos levar para casa a menos que os anfitriões nos ofereçam. Parece que essa regrinha não é mais válida.

Ano passado um ilustre casal de médicos participou de um evento de grande porte em um renomado clube de Curitiba. Na saída eles pareciam dois polvos levando os arranjos para casa, não sei de onde saíram tantas mãos para segurarem tantos vasos. Até ai tudo bem. Dias depois aparece, em uma coluna social, a foto do casal em sua nada humilde residência, comemorando o aniversário do marido. Lá no fundo da foto, como uma moldura para o casal, estavam os lindos, sofisticados e coloridos vasos decorativos do clube.

Não sei se foi por economia, acredito que não, mas que essa decoração foi muito mais comentada do que a foto do casal, isso foi. Esse relato nos mostra que na maioria das vezes as flores roubam a cena, concorda?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Cafuné grátis


Resumo da experiência: Troquei um casamento por um cafuné! Foi tenso e relaxante ao mesmo tempo. O São Paulo ganhou o jogo. Paguei só a escova, a massagem capilar foi gratuita. Fiz novas amizades e me diverti muito.


No ano de 1997 fui convidada para ir ao casamento de uma amiga em Mogi das Cruzes.

Como tenho o pé na estrada, não pensei duas vezes. Separei a bagagem, vestido, maquiagem, perfume, sapato, coloquei tudo no carro e "caí" na estrada.

Lá em ficaria em um hotel, perto da igreja, tudo certo reservado, arrumado, cheguei em Mogi.

O hotel era um tanto, digamos, "rústico" e muito "antigo". Nesse hotel estavam hospedados os parentes da noiva e eu, a única amiga de Curitiba.

Eu precisava urgente arrumar meus cabelos, fui andando pela redondeza e achei um salão. Pensando bem, devia ser do mesmo dono do hotel, pois ele também era meio "rústico e "antigo".

Sábado a tarde e nenhuma outra opção melhor para fazer uma escova. Entrei no salão.

Um senhor de aproximadamente 130 anos me atendeu, na verdade ele devia ter uns 70 na época, mas aparentava bem mais, principalmente por sua agilidade de locomoção. Ele devia ser o dono do salão e do hotel, pois ele também era "rústico" e "antigo".

Após a afirmativa de que ele lavaria e me faria a escova, ainda reticente, sentei na cadeira do lavatório. Bem em frente, pendurada na parede, tinha uma televisão que transmitia o jogo do São Paulo.

O casamento estava marcado para começar as 18h e eu entrei no salão perto das 15h.

O senhor (não me lembro o nome) começou a lavar meu cabelo. Lavou, lavou , lavou, lavou e não parava  mais de lavar. Ele estava prestando atenção ao jogo. seus olhos estavam vidrados na tela e sua mão massageando minha cabeça.

O cafuné estava tão bom que eu nem pedi para ele se apressar. Entre uma dormida e outra, eu olhei no relógio. Cinco e meia da tarde e eu ainda ali no lavatório. Eu tinha duas opções: ir ao casamento com os cabelos molhados ou aproveitar o cafuné! O que fiz: Claro, aproveitei o cafuné!

Cabelos escovados, corri ao hotel, me vesti, me maquiei e fui à igreja. Quando cheguei a noiva já estava de aliança e quase pronta para beijar o noivo. Sai a "francesa", sentei em um banco de praça bem em frente a porta da igreja e fiquei lá fora esperando. Pensei que a noiva nem iria notar a minha falta agindo daquela forma.

Sentei no banco de praça e fiz amizade com vários meninos de rua. Ficamos ali conversando até a noiva sair.

Quando a noiva chegou bem em frente a porta, me olhou e vi que seus olhos arregalaram, não sei se por ela te achado que eu tinha levado todos aqueles meninos ao casamento, ou, pelo simples motivo de sua madrinha ter faltado ao casamento.

Não contei isso, caro leitor. na verdade nem eu sabia. Ela ia me fazer uma surpresa e na hora do casamento me avisaria que eu seria madrinha. Pois é, a madrinha faltou o casamento, por causa de um cafuné!

Essa minha amiga tem um coração tão grande que além de não ficar chateada pelo atraso, ainda levamos todos meus novos amigos á recepção.

Foi uma delícia essa experiência, além de ainda conseguir ver o beijo dos noivos, mesmo do lado de fora da igreja, me diverti muito e fiz novos amigos.


Resumo da experiência: Troquei um casamento por um cafuné! Foi tenso e relaxante ao mesmo tempo. O São Paulo ganhou o jogo. Paguei só a escova, a massagem capilar foi gratuita. Fiz novas amizades e me diverti muito.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Buquê congelado

Resumo da experiência: Buquê de graça e muita saudade no coração!


Sempre fui convidada para muitas festas e promovi outras tantas.Aniversários, festas temáticas, shows, feiras, formaturas, mas casamentos nem tanto.

A maioria de minhas amigas optaram por serem solteiras e sem filhos, não sei ao certo o motivo, mas também não vem ao caso.

Certo dia recebi o convite de casamento de uma grande amiga (madrinha de minha filha). Oba! Casamento a vista! Todas brincávamos sobre quem pegaria o buquê, quem seria a sortuda. É claro que no fundo todas queriam pegar, afinal todas queriam encontrar seu grande amor.

Preparativos prontos, presente comprado, roupa escolhida, salão agendado. Chegou o dia do casamento e acordei uma gripe gigantesca. Gripe daquelas que me fez lacrimejar o dia todo, nariz trancado, febre e arrepios. Não pude ir ao casamento.

As demais amigas foram e nenhuma delas pegou o tão esperado buquê. Como assim? A noiva saiu "a francesa" e não jogou o buquê!

Passou a lua-de-mel e resolvemos reunir as amigas para fofocar. Saímos a noite e a "noiva" pediu para que esperássemos em frente ao seu prédio, fora do carro, pois ela tinha uma surpresa.

Ficamos esperando. Ela chega com um lindo buquê de orquídeas. Não era um buquê qualquer, era o buquê do casamento, ela congelou!!!! Isso mesmo CONGELOU para jogar para as amigas! Chamo isso de amizade verdadeira!

Todas preparadas no meio da Rua Ângelo Sampaio esquina com Avenida Visconde de Guarapuava, 3 horas da manhã, e a noiva jogou o tão desejado buquê. Adivinhe quem pegou? EU!!!! Acho que as outras amigas ficaram com medo de levar uma "buquezada" na testa. Brincadeira, todas tentaram pegar, mas com a minha "super mão para agarrar um amor", levei a melhor!

Deixei o meu "presente" congelado por muito tempo, até o dia que o freezer pifou.

Adorei ser lembrada, adorei o buquê, adorei a história e guardo esse momento no cantinho do meu coração. Posso garantir que esse presente me trouxe muita sorte!

Resumo da experiência: Buquê de graça e muita saudade no coração!